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Clonagem de Mamute e animais congelados agora é questão de tempo


Clonagem de Mamute e animais congelados agora é questão de tempo


     Cientistas russos e sul-coreanos se unem para criar clone de mamute

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Em novembro de 2008, quando uma equipe liderada pelo biólogo japonês Teruhiko Wakayama anunciou ter conseguido clonar camundongos que haviam permanecido congelados por 16 anos, os cientistas consideraram que a mesma técnica poderia permitir a clonagem de mamutes e outras espécies preservadas no permafrost. Algumas semanas depois, voltou-se a falar de clonagem quando um grupo da Universidade Estadual da Pensilvânia, liderado por Webb Miller e Stephan C. Schuster, publicou 70% do genoma de mamutes, detalhando grande parte dos dados fundamentais que seriam necessários para recriá-los.


    "Eu ria quando Steven Spielberg dizia que a clonagem de espécies extintas era inevitável", comenta Hendrik Poinar, uma autoridade em DNA antigo que atuou como consultor científico em um documentário sobre a produção do filme Jurassic Park - O Parque dos Dinossauros. "Agora não rio mais. É algo que vai acontecer. Resta apenas especificar os procedimentos." 



Todavia, como reconhece o próprio Poinar, essa especificação não é nada fácil. Os dois passos fundamentais requeridos na clonagem de um mamute, ou de qualquer animal extinto, são, primeiro, a recuperação da sequência completa do DNA - no caso de mamutes, estimada em mais de 4,5 bilhões de pares de base - e a expressão desses dados em carne e osso. O segundo passo para os cientistas é introduzir o DNA nos cromossomos - hoje eles nem sequer sabem quantos cromossomos tinha o mamute. Nenhuma dessas tarefas parece insuperável, sobretudo à luz de avanços técnicos recentes, como a nova geração de sequenciadores ultrarrápidos e uma técnica simples e barata para se extrair DNA do pelo de mamutes. "Agora é uma questão de tempo e dinheiro, e não mais de tecnologia", diz Schuster.


     Alguns cientistas decidiram enfrentar um desafio menor: o da clonagem de animais ameaçados de extinção ou extintos há pouco tempo. Tanto o Zoológico de San Diego como o Centro Audubon para Pesquisa de Espécies Ameaçadas, em Nova Orleans, mantêm "zoológicos congelados", nos quais o DNA de uma quantidade crescente de espécies ameaçadas é armazenado em tanques de nitrogênio líquido a uma temperatura de 196ºC negativos. Em 2003, cientistas da empresa Advanced Cell echnology usaram células armazenadas no zoo de San Diego para criar dois bantengs (Bos javanicus), uma espécie de boi do sudeste da Ásia, por meio da introdução do DNA de banteng em óvulos de vacas comuns, implantando os embriões resultantes no útero de vacas. Métodos similares estão sendo considerados para a clonagem de outras espécies ameaçadas, como o panda-gigante, o bongo (um antílope africano) e o tigre-de-sumatra. E a esperança dos cientistas é recriar espécies já extintas, como o ibex-dos-pireneus e o tilacino (ou lobo-da-tasmânia).


Criticos da parte, dizem que esses estudos podem trazer esperança para trazer de volta a vida, entes queridos, como michael jackson, ou ate mesmo a sua vovó, e todo esse assuto pode estaria indo contra ética.



Por: Tom Mueller
A publicação completa desta reportagem esta disponivel em: 

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